Eu Não Sou Um Computador é uma reflexão sobre os limites e as possibilidades da inteligência artificial na sociedade contemporânea. A obra defende que a tecnologia deve servir o ser humano, e não substituí-lo, valorizando a criatividade, a consciência, a ética e o pensamento crítico. Com uma abordagem acessível e provocadora, Abel Chenguene convida o leitor a repensar a relação entre inteligência humana e inteligência artificial, mostrando que a máquina é apenas um suporte, enquanto a essência da inovação continua a nascer da mente humana. Escrito em 20221
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